Mera luz
Que invade a tarde cinzenta
E algumas folhas deitam sobre a estrada
O frio é o agasalho que esquenta
O coração gelado quando venta
Movendo a água abandonada
Restos de sonho
Sobre o novo dia
Amores nos vagões
Vagões nos trilhos
Parece é a ferrovia
Que mesmo não te vendo te vigia
Como mãe que dorme olhando os filhos
Com os olhos na estrada
E no mistério solitário na penugem
Vê-se a vida correndo, parada
Como se não existisse chegada
Na tarde distante ferrugem
Ou nada
postado por Elisabeth Tavares em 24-09-2008




socorro disse:
Lembra a vida, os momentos, as pedras do rio… A trilha..
Lindo poema…
Parabéns,
Abraços.
Iasmin disse:
lindo!! copiei para o meu blog….gosto mto do Orlando Morais
soraia disse:
Menina vc acerto em cheio, adoro orlando moraes…. bela escolha a sua, vou te falar, que blog bem feito e de muito bom gosto
soraia
ciganita