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	<title>Comentários sobre: A Valsa - por  Casimiro de Abreu</title>
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	<description>Poemas de escritores famosos e consagrados</description>
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		<title>Por: Marília Montanha Pedroso.</title>
		<link>http://blog.sitedepoesias.com.br/poemas/a-valsa/comment-page-1/#comment-56375</link>
		<dc:creator>Marília Montanha Pedroso.</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 18:48:26 +0000</pubDate>
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		<description>Casimiro de Abreu, poeta romântico brasileiro. Dono de rimas cantantes, ao gosto do público.
       Publicou um único livro : &quot;As Primaveras&quot; (1859).
      Morreu aos 21 anos, de tuberculose.
    Seu poema mais famoso é &quot;Meus Oito Anos&quot;.
    Cultivava um lirismo de expressão simples e ingênua. Seus temas dominantes foram o amor e a saudade.
    Poemas e poesias de Casimiro, que encantam-me e emocionam-me, intituladas: &quot;Minha&#039;Alma é Triste&quot;.. , &quot;Desejo..&quot;, &quot;Amor e Mêdo&quot;.
    
          Abraço fraterno.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Casimiro de Abreu, poeta romântico brasileiro. Dono de rimas cantantes, ao gosto do público.<br />
       Publicou um único livro : &#8220;As Primaveras&#8221; (1859).<br />
      Morreu aos 21 anos, de tuberculose.<br />
    Seu poema mais famoso é &#8220;Meus Oito Anos&#8221;.<br />
    Cultivava um lirismo de expressão simples e ingênua. Seus temas dominantes foram o amor e a saudade.<br />
    Poemas e poesias de Casimiro, que encantam-me e emocionam-me, intituladas: &#8220;Minha&#8217;Alma é Triste&#8221;.. , &#8220;Desejo..&#8221;, &#8220;Amor e Mêdo&#8221;.</p>
<p>          Abraço fraterno.</p>
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		<title>Por: ricardo portero</title>
		<link>http://blog.sitedepoesias.com.br/poemas/a-valsa/comment-page-1/#comment-56302</link>
		<dc:creator>ricardo portero</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 Oct 2009 19:46:17 +0000</pubDate>
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		<description>Casimiro é o cacique  da  nossa poesia.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Casimiro é o cacique  da  nossa poesia.</p>
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		<title>Por: Ediloy Antonio Carlos Ferraro</title>
		<link>http://blog.sitedepoesias.com.br/poemas/a-valsa/comment-page-1/#comment-48923</link>
		<dc:creator>Ediloy Antonio Carlos Ferraro</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2009 19:57:56 +0000</pubDate>
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		<description>Não imaginava Casimiro de Abreu na concepção de versos tão diferentementes concebidos para a sua época,( a concepção das formas, na apresentação encadeada numa sequência reta, verticalizada) parece coisa atual... a beleza e singeleza dos mesmos vão num crescendo parecendo, realmente, passos de dança, de valsa...que criatividade e atualidade nos traz este bem concebido poema.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não imaginava Casimiro de Abreu na concepção de versos tão diferentementes concebidos para a sua época,( a concepção das formas, na apresentação encadeada numa sequência reta, verticalizada) parece coisa atual&#8230; a beleza e singeleza dos mesmos vão num crescendo parecendo, realmente, passos de dança, de valsa&#8230;que criatividade e atualidade nos traz este bem concebido poema.</p>
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		<title>Por: Bruno</title>
		<link>http://blog.sitedepoesias.com.br/poemas/a-valsa/comment-page-1/#comment-32491</link>
		<dc:creator>Bruno</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Mar 2009 15:08:43 +0000</pubDate>
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		<description>Olás Elisabeth!!!

Não conhecia Casimiro de Abreu, mas isso é passado!
Agradecido pelo proporcionado!

Espero que tudo esteja bem desse lado!!
Partilho aqui contigo uma das mais belas letras de um cantor Português!

Sergio Godinho

Espalhem a noticia

Espalhem a noticia
do mistério da delicia
desse ventre
Espalhem a noticia 
do que é quente e se parece
com o que é firme e com o que é vago
esse ventre que eu afago
que eu bebia de um só trago
se pudesse

Divulguem o encanto
o ventre de que canto 
que hoje toco
a pele onde à tardinha desemboco
tão cansado
esse ventre vagabundo
que foi rente e foi fecundo
que eu bebia até ao fundo
saciado

Eu fui ao fim do mundo
eu vou ao fundo de mim
vou ao fundo do mar
vou ao fundo do mar
no corpo de uma mulher
vou ao fundo do mar
no corpo de uma mulher

A terra tremeu ontem
não mais do que anteontem
pressenti-o
O ventre de que falo como um rio
transbordou
e o tremor que anunciava
era fogo e era lava
era a terra que abalava
no que sou

Depois de entre os escombros
ergueram-se dois ombros
num murmurio
e o sol, como é costume, foi um augurio
de bonança
sãos e salvos, felizmente
e como o riso vem ao ventre
assim veio de repente
uma criança

Eu fui ao fim do mundo
eu vou ao fundo de mim
vou ao fundo do mar
vou ao fundo do mar
no corpo de uma mulher
vou ao fundo do mar
no corpo de uma mulher

Falei-vos desse ventre
quem quiser que acrescente
da sua lavra
que a bom entendedor meia palavra
basta, é só
adivinhar o que há mais
os segredos dos locais
que no fundo são iguais
em todos nós

Eu fui ao fim do mundo
eu vou ao fundo do mim
vou ao fundo do mar
vou ao fundo do mar
no corpo de uma mulher
vou ao fundo do mar
no corpo de uma mulher


Beijooos e sorrisos de Portugal</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olás Elisabeth!!!</p>
<p>Não conhecia Casimiro de Abreu, mas isso é passado!<br />
Agradecido pelo proporcionado!</p>
<p>Espero que tudo esteja bem desse lado!!<br />
Partilho aqui contigo uma das mais belas letras de um cantor Português!</p>
<p>Sergio Godinho</p>
<p>Espalhem a noticia</p>
<p>Espalhem a noticia<br />
do mistério da delicia<br />
desse ventre<br />
Espalhem a noticia<br />
do que é quente e se parece<br />
com o que é firme e com o que é vago<br />
esse ventre que eu afago<br />
que eu bebia de um só trago<br />
se pudesse</p>
<p>Divulguem o encanto<br />
o ventre de que canto<br />
que hoje toco<br />
a pele onde à tardinha desemboco<br />
tão cansado<br />
esse ventre vagabundo<br />
que foi rente e foi fecundo<br />
que eu bebia até ao fundo<br />
saciado</p>
<p>Eu fui ao fim do mundo<br />
eu vou ao fundo de mim<br />
vou ao fundo do mar<br />
vou ao fundo do mar<br />
no corpo de uma mulher<br />
vou ao fundo do mar<br />
no corpo de uma mulher</p>
<p>A terra tremeu ontem<br />
não mais do que anteontem<br />
pressenti-o<br />
O ventre de que falo como um rio<br />
transbordou<br />
e o tremor que anunciava<br />
era fogo e era lava<br />
era a terra que abalava<br />
no que sou</p>
<p>Depois de entre os escombros<br />
ergueram-se dois ombros<br />
num murmurio<br />
e o sol, como é costume, foi um augurio<br />
de bonança<br />
sãos e salvos, felizmente<br />
e como o riso vem ao ventre<br />
assim veio de repente<br />
uma criança</p>
<p>Eu fui ao fim do mundo<br />
eu vou ao fundo de mim<br />
vou ao fundo do mar<br />
vou ao fundo do mar<br />
no corpo de uma mulher<br />
vou ao fundo do mar<br />
no corpo de uma mulher</p>
<p>Falei-vos desse ventre<br />
quem quiser que acrescente<br />
da sua lavra<br />
que a bom entendedor meia palavra<br />
basta, é só<br />
adivinhar o que há mais<br />
os segredos dos locais<br />
que no fundo são iguais<br />
em todos nós</p>
<p>Eu fui ao fim do mundo<br />
eu vou ao fundo do mim<br />
vou ao fundo do mar<br />
vou ao fundo do mar<br />
no corpo de uma mulher<br />
vou ao fundo do mar<br />
no corpo de uma mulher</p>
<p>Beijooos e sorrisos de Portugal</p>
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