Cigarra! Levo a ouvir-te o dia inteiro,
Gosto da tua frívola cantiga,
Mas vou dar-te um conselho, rapariga:
Trata de abastecer o teu celeiro.
Trabalha, segue o exemplo da formiga,
Aí vem o inverno, as chuvas, o nevoeiro,
E tu, não tendo um pouso hospitaleiro,
Pedirás… e é bem triste ser mendiga!
E ela, ouvindo os conselhos que eu lhe dava
(Quem dá conselhos sempre se consome…)
Continuava cantando… continuava…
Parece que no canto ela dizia:
- Se eu deixar de cantar morro de fome…
Que a cantiga é o meu pão de cada dia.
postado por Ederson Peka em 06-04-2008




Natalia Ivo disse:
Olá…td bem!?
Estava fazendo uma pesquisa, e encontrei seu site!
Achei muito bacana, afinal respiro poesias…rs!
Eu também escrevo muita poesia, e queria publucá-los…Mas está muito difícil!
Qualquer coisa, entre em contato!
E com certeza vou sempre está por aqui vendo novas postagens!
Obrigada… Natalia Ivo!
Danilo disse:
Legal o site. Gostaria de deixar aqui um outro que sempre acesso também e considero muito bom. Ainda mais que tem uma crônica nova por dia:
http://www.danielcampos.biz
Este é o site do poeta, escritor e jornalista Daniel Campos. Tem muito conteúdo lá!
Abraços
Natália disse:
Adoro esse site… Faz tempoque não atualizam!
O que acontece?
Ederson Peka disse:
Ué, Natália… A poesia mais recente foi publicada anteontem… Não tá bom?