Mais claro e fino do que as finas pratas
o som da tua voz deliciava…
Na dolência velada das sonatas
como um perfume a tudo perfumava.
Era um som feito luz, eram volatas
em lânguida espiral que iluminava,
brancas sonoridades de cascatas…
Tanta harmonia melancolizava.
Filtros sutis de melodias, de ondas
de cantos volutuosos como rondas
de silfos leves, sensuais, lascivos…
Como que anseios invisíveis, mudos,
da brancura das sedas e veludos,
das virgindades, dos pudores vivos.
postado por Ederson Peka em 12-05-2008



JACQUELINE BALBINO ´PEIXOTO disse:
Achei muito bonoito espero fazer poesias q nem vc um dia tambem faço poesias mais agora ningueM SABE.
fernanda disse:
Olá, venho buscando blogs de poesias, encontrei o seu e adorei…
espero que continue assim.
aguardo sua visita no meu blog.
ele é recente mas estou estudando para melhora-lo.
até mais!