Última flor do Lácio, inculta e bela,
És, a um tempo, esplendor e sepultura:
Ouro nativo, que na ganga impura
A bruta mina entre os cascalhos vela…
Amo-te assim, desconhecida e obscura,
Tuba de alto clangor, lira singela,
Que tens o trom e o silvo da procela
E o arrolo da saudade e da ternura!
Amo o teu viço agreste e o teu aroma
De virgens selvas e de oceano largo!
Amo-te, ó rude e doloroso idioma,
Em que da voz materna ouvi: “meu filho!”
E em que Camões chorou, no exílio amargo,
O gênio sem ventura e o amor sem brilho!
postado por Ederson Peka em 25-07-2006





Luana Camila Silva Nascimento disse:
MUITO LUXINHO O SONETO DE OLAVO BILAC
augustu disse:
muita varzea
KAIQUE disse:
eu ache isso nada a ver com nada pelo amor d deus vai aprender a fazer POEMAS OBRIGADO………
José Ailton Teixeira Paulo disse:
Lamentável, ninguem entendeu nada. Que pena?? – Eles devem ser jovens, ainda temos esperança.
Erick disse:
Se for para falar m*rda, por favor não comentem. Ou melhor, saiam do site. A ignorância de muitos pode ser remediada com o silêncio.
Aquele abraço