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	<title>Comentários sobre: Noturno - por  Ariano Suassuna</title>
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	<description>Poemas de escritores famosos e consagrados</description>
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		<title>Por: Jéssica Ariane Ignácio</title>
		<link>http://blog.sitedepoesias.com.br/poemas/noturno-2/comment-page-1/#comment-50557</link>
		<dc:creator>Jéssica Ariane Ignácio</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2009 02:55:18 +0000</pubDate>
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		<description>Nossa uma divindade !
Realmente só quem vê na morte é que sabe o verdadeiro sentir.A Pureza...procurada or algumas pessoas e não percebida por outras.....</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Nossa uma divindade !<br />
Realmente só quem vê na morte é que sabe o verdadeiro sentir.A Pureza&#8230;procurada or algumas pessoas e não percebida por outras&#8230;..</p>
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		<title>Por: ßorbolet@ @zul</title>
		<link>http://blog.sitedepoesias.com.br/poemas/noturno-2/comment-page-1/#comment-32279</link>
		<dc:creator>ßorbolet@ @zul</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Mar 2009 16:28:32 +0000</pubDate>
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		<description>O Amor e a Morte

Sobre essa estrada ilumineira e parda 
dorme o Lajedo ao sol, como uma Cobra. 
Tua nudez na minha se desdobra 
— ó Corça branca, ó ruiva Leoparda.

O Anjo sopra a corneta e se retarda:
seu Cinzel corta a pedra e o Porco sobra. 
Ao toque do Divino, o bronze dobra, 
enquanto assolo os peitos da javarda.

Vê: um dia, a bigorna desses Paços 
cortará, no martelo de seus aços, 
e o sangue, hão de abrasá-lo os inimigos.

E a Morte, em trajos pretos e amarelos, 
brandirá, contra nós, doidos Cutelos 
e as Asas rubras dos Dragões antigos.

Ariano Suassuna</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O Amor e a Morte</p>
<p>Sobre essa estrada ilumineira e parda<br />
dorme o Lajedo ao sol, como uma Cobra.<br />
Tua nudez na minha se desdobra<br />
— ó Corça branca, ó ruiva Leoparda.</p>
<p>O Anjo sopra a corneta e se retarda:<br />
seu Cinzel corta a pedra e o Porco sobra.<br />
Ao toque do Divino, o bronze dobra,<br />
enquanto assolo os peitos da javarda.</p>
<p>Vê: um dia, a bigorna desses Paços<br />
cortará, no martelo de seus aços,<br />
e o sangue, hão de abrasá-lo os inimigos.</p>
<p>E a Morte, em trajos pretos e amarelos,<br />
brandirá, contra nós, doidos Cutelos<br />
e as Asas rubras dos Dragões antigos.</p>
<p>Ariano Suassuna</p>
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		<title>Por: Gabriel</title>
		<link>http://blog.sitedepoesias.com.br/poemas/noturno-2/comment-page-1/#comment-20724</link>
		<dc:creator>Gabriel</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Dec 2008 21:04:38 +0000</pubDate>
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		<description>Portas escritas

Minhas calças curtas
De travessuras, de caçadas
E aventuras, Monteiro Lobato
Minha filosofia Suassuna
E meus olhos cegos, Saramago
Nas minhas borboletas mortas, Baudelaire
Na minha angustia, Florbela Espanca
Uma rosa sem perfume
E em sua dor, Augusto dos anjos
Beija sem ciumes
Um beijo tépido no silêncio
Mortes, chagas, visões, infernos de Dante
Minhas mãos Machadianas escrevem versos de Quintana
Em uma ensolarada tarde, e as horas passam, voam
Ninguém vê Virginia Woolf 
E Drummond com cara de bom, olhando o céu ao lado de Bandeira
De bobeira, soltando pipas no ar, sentados na areia
Na Villa dos lobos, um Tom toca Vinícius
Eça de Queiroz iça seus anzóis com palavras de ternura
Usando toques de Neruda
Eu ando pela Baker street mas não encontro Conan Doyle
Nem Jô Soares, e na corrida do ouro, Allan Poe corre
Apressado com os corvos enquanto Mary Shelley tranca seu monstro no armário
No corredor, Crowley vê Levi, e Bram Stoker carrega um bebê vampiro nos braços
Fernando pessoa visita o salão filosófico de Platão 
Enquanto meus olhos de Byron naufragam num mar revolto...............   

Sandro Kretus

O andarilho da terra do fogo
http://recantodasletras.uol.com.br/e-livros/1346801</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Portas escritas</p>
<p>Minhas calças curtas<br />
De travessuras, de caçadas<br />
E aventuras, Monteiro Lobato<br />
Minha filosofia Suassuna<br />
E meus olhos cegos, Saramago<br />
Nas minhas borboletas mortas, Baudelaire<br />
Na minha angustia, Florbela Espanca<br />
Uma rosa sem perfume<br />
E em sua dor, Augusto dos anjos<br />
Beija sem ciumes<br />
Um beijo tépido no silêncio<br />
Mortes, chagas, visões, infernos de Dante<br />
Minhas mãos Machadianas escrevem versos de Quintana<br />
Em uma ensolarada tarde, e as horas passam, voam<br />
Ninguém vê Virginia Woolf<br />
E Drummond com cara de bom, olhando o céu ao lado de Bandeira<br />
De bobeira, soltando pipas no ar, sentados na areia<br />
Na Villa dos lobos, um Tom toca Vinícius<br />
Eça de Queiroz iça seus anzóis com palavras de ternura<br />
Usando toques de Neruda<br />
Eu ando pela Baker street mas não encontro Conan Doyle<br />
Nem Jô Soares, e na corrida do ouro, Allan Poe corre<br />
Apressado com os corvos enquanto Mary Shelley tranca seu monstro no armário<br />
No corredor, Crowley vê Levi, e Bram Stoker carrega um bebê vampiro nos braços<br />
Fernando pessoa visita o salão filosófico de Platão<br />
Enquanto meus olhos de Byron naufragam num mar revolto&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;   </p>
<p>Sandro Kretus</p>
<p>O andarilho da terra do fogo<br />
<a href="http://recantodasletras.uol.com.br/e-livros/1346801">http://recantodasletras.uol.com.br/e-livros/1346801</a></p>
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		<title>Por: Athos</title>
		<link>http://blog.sitedepoesias.com.br/poemas/noturno-2/comment-page-1/#comment-9624</link>
		<dc:creator>Athos</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Sep 2008 17:20:17 +0000</pubDate>
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		<description>lindo
parece alegre no começo, mas se torna um pouco melancólico no final
uma obra prima</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>lindo<br />
parece alegre no começo, mas se torna um pouco melancólico no final<br />
uma obra prima</p>
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