Onde nasci, morri.
Onde morri, existo.
E das peles que visto
muitas há que não vi.
Sem mim como sem ti
posso durar. Desisto
de tudo quanto é misto
e que odiei ou senti.
Nem Fausto nem Mefisto,
à deusa que se ri
deste nosso oaristo,
eis-me a dizer: assisto
além, nenhum, aqui,
mas não sou eu, nem isto.
postado por Ederson Peka em 15-10-2007




andreia de souza disse:
eu gostei muito do poema queria ver mais obrigado!
Nós... do Riachuelo disse:
Essa poema, assim como os outros são lindos…
Todos poemas são otimas a leitura tráz grandes conhecimentos a nossa vida.
Um bju a todos e leiam mto.
blogdobloom.blogspot.com disse:
q poema bobo
adoro Drummond
e minha família respeita muito ele, mas, ele escreveu isso pra tirar com Fernando Pessoa
teria ele, inveja da personalidade não-marcante dele??
ele sim, queria escrever com a maestria com que Pessoa escrevia
por si mesmo, por Caeiro, por Álvaro, por Bernardo, por Reis, e por muitos outros…
não me pregue na cruz
eh a minha singela opinião
Ederson Peka disse:
Bloom, eu não tinha entendido o poema como uma “tirada”, não… Pra mim parece mais até uma homenagem…
Obrigado pelo comentário.
Gui bLOm : . disse:
eu estava completamente equivocado
rsrsrs.. tanto que, vou postar este poema no .:BlogDoBlOom:.
obrbigado digo eu!! por ser cordial, viu Ederson, por ser educado comigoOOo
ahuiahuiahuiauhuiaaa
às vezes eu sou mesmo meio prepotente, depois volto atrás como estou fazendo agoraaa
visite meu blog
blogdobloom.blogspot.com
adorei o seu Blog