Maior amor nem mais estranho existe
Que o meu, que não sossega a coisa amada
E quando a sente alegre, fica triste
E se a vê descontente, dá risada.
E que só fica em paz se lhe resiste
O amado coração, e que se agrada
Mais da eterna aventura em que persiste
Que de uma vida mal aventurada.
Louco amor meu, que quando toca, fere
E quando fere vibra, mas prefere
Ferir a fenecer - e vive a esmo
Fiel à sua lei de cada instante
Desassombrado, doido, delirante
Numa paixão de tudo e de si mesmo.
(Acho que pode ser nossa poesia oficial…)
Nada é justo nesta vida, e que vida? Nossa vida nem chega a desabrochar, e já começa a murchar.. Desde cedo sentimos coisas inexplicáveis, e quanto mais tentamos explicar, mais nos afogamos neste labirinto. E se tentamos ao menos voltar, numa tentativa inútil, desesperada, atormentada, nos deparamos com uma barreira indestrutível, poderosa, e nos afogamos ali, sem sorrisos, sem sentimentos, nem memórias, SOZINHOS.
Nada é justo nesta vida, e que vida? Nossa vida nem chega a desabrochar, e já começa a murchar.. Desde cedo sentimos coisas inexplicáveis, e quanto mais tentamos explicar, mais nos afogamos neste labirinto. E se tentamos ao menos voltar, numa tentativa inútil, desesperada, atormentada, nos deparamos com uma barreira indestrutível, poderosa, e nos afogamos ali, sem sorrisos, sem sentimentos, nem memórias, SOZINHOS.
postado por Diego Eis em 16-05-2002




cyntia disse:
Gostei de vc moço. Sábio, muito sábio eu diria!O comentário da poesia é seu? Se for, antecipadamente o parabeniso.