Agora, sim! Vamos morrer, reunidos,
Tamarindo de minha desventura,
Tu, com o envelhecimento da nervura,
Eu, com o envelhecimento dos tecidos!
Ah! Esta noite é a noite dos Vencidos!
E a podridão, meu velho! E essa futura
Ultrafatalidade de ossatura,
A que nos acharemos reduzidos!
Não morrerão, porém, tuas sementes!
E assim, para o Futuro, em diferentes
Florestas, vales, selvas, glebas, trilhos,
Na multiplicidade dos teus ramos,
Pelo muito que em vida nos amamos,
Depois da morte inda teremos filhos!
postado por Ederson Peka em 28-07-2007




CARLA GRANJA disse:
olá ! belos poemas k estive por aki a lêr ,poemas com um pouco de dor talvez. eu tmb tenho um blog onde escrevo poemas as pessoas estão a gostar e dizem pq nao escrevo um livro. mas nao sei se meus poemas sao suficientes bons para o fazer , mas como uma opniao nunca é de mais te convido a visitar o meu blog e a dares uma olhada nakilo k escrevo.
http://paixoeseencantos.blogs.sapo.pt
bjo
carla granja